quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A Very Young Dancer



A Very Young Dancer era o título de um álbum que havia lá em casa quando eu era pequena. Parece-me que era da minha irmã, que fazia e gostava de ballet. Eu fiz, mas nunca gostei. Gostava do livro, porque era verdadeiramente mágico: era um reportagem fotográfica dos dias de ensaio e espectáculo da Stephanie, uma menina americana de 10 anos, que tinha sido escolhida para dançar a pequena Clara no Quebra-Nozes, numa produção do New York City Ballet. Este livro é agora da minha filha, e ela bem o merece. A M. tinha dois anos acabados de fazer quando me pediu para fazer ballet, e eu arrepiei-me toda e resolvi esperar que fosse um capricho. Não era. Aos 5 anos não pude evitar mais o assunto, e inscrevi-a. Este é já o segundo ano, e a minha pequena bailarina não se cansa, embora as aulas já não sejam feitas de saltinhos e piruetas. E eu, que até sou daquelas mães que preferem o judo e a natação, não posso evitar um sorriso quando assisto a uma aula. Quem pode?
Já agora, a Stephanie nunca chegou a ingressar no NYCB, mas ainda encontrei muitos admiradores dela e deste belíssimo livro na Internet.

A Very Young Dancer was the title of a book we had when I was a child. I think it really belonged to my sister, who practiced and loved ballet. I practiced too, but never liked it. But I liked this book a lot; it was truly magical. It chronicled the rehearsal days of a ten year old dance student name Stephanie, who was picked to dance the role of Mary in the Nutcracker, in a New York City Ballet production. This book now belongs to my daughter, and she well deserves it. M. was barely 2 years old when she begged me to attend ballet classes; but I, horrified at the thought of returning to a dance studio, decided to wait and see if she was serious about it. She was. When she was 5, I could no longer delay the subject, and took her to a Dance school. This is her second year there, and she never gets tired of it, even though this year classes have gotten more demanding. And me, one of those few mothers who actually prefer their daughters to practice martial arts, cannot help a smile when I see all those little ballerinas.

By the way, Stephanie never got into the NYCB Company, but I could still find a lot of admirers of her and of this wonderful book in the Internet.


5 comentários:

ana carina disse...

OOhh, o meu livro de infância era a Anita no Ballet..
Eu tb queria ir para o Ballet, mas os meus pais nunca me puderam mandar...

Tão fofinha a tua pequenota :)

nanouke

Cat disse...

Olha como te digo tantas vezes, dá Deus nozes...
Fico muito orgulhosa da minha "sobrinha", a minha pequena bailarina :)

Roberta Granada disse...

Oi , gosto muito do teu blog, eu tb tenho um blog sobre artesanato em geral e agora estou disponibilizando aos meus leitores download grátis de revistas, http://agulhaetricot.blogspot.com,visite-me,beijo.

gasparzinha disse...

Olá.
Estou aqui hoje pela primeira vez no blog e fico sempre enternecida quando vejo uma imagem como esta.
Quando o ballet é uma paixão, não há nada de mais bonito e pleno...
Eu comecei com 6 anos e foram 12 anos de namoro, que fizeram de mim muito daquilo que hoje sou.
A disciplina, a graciosidade, a música, o espírito de grupo, fora a componente física mais evidente, certamente tornarão a tua pequenota uma pessoa melhor, enquanto o fizer com gosto e dedicação.

Beijinhos. :)

Quick Heal disse...

Thanks for sharing your post with us.Those young dancers are looking vary cute.I am enjoying it very much when I was reading that post.Thanks again.